segunda-feira, 19 de agosto de 2013



Um dia eu acordei... de um sonho diferente
E lá estava... alguém que achava ausente

Um amor... nunca encontrado
Alguém!.. Alguém necessitado

Ela veio a mim, deixou seu recado
Ali... em uma caverna, seu legado

Não creio em destino... acredito em um mundo livre
Mas aquela garota... pra ela.. eu não me contive

Devagar, com calma.. Meu Deus...
Todos meus pensamentos garota, são seus.

Eu precisei, eu desisti
Mas de dentro veio uma voz...  e por você, sim eu sorri

Carolina
Nunes França
Nunca mais esquecerei essa lembrança

De um amor
Um ardor
Em meu peito..
Eu sou seu.. de direito

Te amo!.. te quero .. te desejo
... E mais uma vez..
o que preciso...
é de seu beijo..

sábado, 17 de agosto de 2013


Três anos atrás, uma postagem, um poema, sobre uma garota, que conquistou meu coração, que me atraiu, me seduziu, me abduziu para seu mundo.
Três anos atrás... três anos...
E hoje, não posso dizer muito mais do que já está dito, a não ser... que eu sabia, e ainda sei.
Essa garota é meu amor, minha paixão, minha vida.
E hoje já se tornou minha noiva.

Um poema, que a muito não escrevia, escrevo hoje, para deixar registrado aqui, para ela, meu amor. PS: um retorno à escrita antiga.

Doce rebeldia latente
Devaneios doces que invadem minha mente
No calor desta noite fria
Um sonho, uma imagem me surgia

Uma doce dama
Vestida e nua na cama
Seu toque, seu cheiro
Seus cabelos, seu seio

Expostos à luz do luar
Sugando
Puxando
Atraindo meu olhar

De bruços
Deitada sonhando
Minha amada ali
Solitária me esperando

Infeliz momento que me prende sem ti
Tantas noites que por dentro morri
Sem ao menos um beijo
Que todos os dias eu desejo

Infeliz distância esta que nos separa
Por este tempo que não se acaba
Noites adentro o seu nome eu chamo

Carolina... é a você quem eu amo.


Te amo princesa, desculpa a poesia mal feita, mas faz muito tempo que não escrevo e estou sem prática... Enfim.. TE AMO.





sexta-feira, 14 de agosto de 2009










Oi, eu quero contar algo sobre uma garota
Ela não é uma pessoa muito comum, diga-se de passagem
Eu a vi, um dia, simples à luz do sol num dia ameno
Em uma manhã comum,
Mas aquele sorriso, aquele rosto
Não eu não sabia
Que ela iria entrar desse jeito em minha vida
Não eu não sabia

Ela chegou sem muitas palavras,
Conversamos um instante
Eu não conseguia desgrudar daquele olhar
Me chamava, me abdusia
E acabei por sentir algo, mas
Não eu não sabia
Que ela iria entrar desse jeito em minha vida
Não eu não sabia

Mas ela veio, me seduzindo
Porém por algum tempo me deixou
Sozinho, querendo a cada dia tê-la,
Mas sem poder
Ela já havia se apossado de mim,
Eu não sabia
Que ela iria sair desse jeito em minha vida
Eu não sabia

Mas como tudo volta
E tudo se contorna
Eu continuei, a queria de mais para simplesmente
Deixar passar
Então voltamos, começamos de novo
Um novo começo, mas
Agora, eu sei
Que ela vai continuar desse jeito em minha vida
Eu sei

domingo, 19 de abril de 2009

Ao longe na noite que tivemos outrora
Lembro-me vagamente de seus suspiros
Seus seios sobre meu peito
Num ritmo desacelerado da sua respiração

O som das águas marítmas batendo contra as rochas
Apenas os vultos das núvens que pairam sobre nós
Escondendo a tímida lua que nos olha do céu
E como sardas da noite as estrelas postam sua beleza

Seu coração calmo no ritmo descompassado do amor
Bate contra meu peito com a delicada fúria da paixão
Enquanto nas areias vagam os ventos
Carregando o suave assobio da noite

Relaxante sensação de imunidade
Contra qualquer mal maior que surja
Pois naquele instante de tempo
Nossos relógios pararam e os céus também
Eternizando o amor que ali se encontra presente.

sábado, 11 de abril de 2009






Os vazios da minha mente se tornam cheios de confusão. Relatam partições de dados, imagens e sentimentos que se combinam em uma descomunal visão de mundo, onde tudo se monta e desmonta fronte meus olhos fazendo-me retornar aos espaços inabitados em meus pensamentos, pois quanto mais racional eu me torno, mais vejo o quão louco estou ficando.
Isto me mostra que a loucura é na verdade um nível de razão onde não há mais espaços vagos, e sua mente se torna uma prisão racional. Como fuga desse processo, todas as informações se embaralham e dispersam a lucidez, tornando-nos em sábios loucos, sempre a procura duma louca razão.

sábado, 24 de janeiro de 2009








Medo

Acordar a noite sentindo seu corpo tremer
Batendo dentes
Visão turva ainda do susto
Um pesadelo

Acordar a noite sentindo seu corpo tremer
Olhando para a porta
Uma luz verde andando
Um vulto

Acordar a noite sentindo seu corpo tremer
Seu gato, deve ser
Retorna, vai para cima
E sai voando

Acordar a noite sentindo seu corpo tremer
Um vagalume
Um grito metálico ao longe
O que será?

Acordar a noite sentindo seu corpo tremer
O medo consome
Um pesadelo, um vulto
Uma luz verde assombrosa

Acordar a noite sentindo seu corpo tremer
Não estava frio
Sua mente estava lúcida
... Medo ...

domingo, 21 de setembro de 2008


How many times I pass in my dreams
Thinking just on unreal things
Seas of monsters, seas of tea
Big top montains in tangerine trees
Bluebirds flying away
Bluebirds flying with me
Dancing with colors all around
Sure you don't know what is about
Escaping from demons, wizards and hunters
Running for the forests fool of fear
Bluebirds flying away
Bluebirds flying with me
In a big planet red like mars
With tree full moons in one black sky
Stars shinning, suns of ice
Comets passing across the night
Bluebirds flying away
Bluebirds flying with me