domingo, 19 de abril de 2009

Ao longe na noite que tivemos outrora
Lembro-me vagamente de seus suspiros
Seus seios sobre meu peito
Num ritmo desacelerado da sua respiração

O som das águas marítmas batendo contra as rochas
Apenas os vultos das núvens que pairam sobre nós
Escondendo a tímida lua que nos olha do céu
E como sardas da noite as estrelas postam sua beleza

Seu coração calmo no ritmo descompassado do amor
Bate contra meu peito com a delicada fúria da paixão
Enquanto nas areias vagam os ventos
Carregando o suave assobio da noite

Relaxante sensação de imunidade
Contra qualquer mal maior que surja
Pois naquele instante de tempo
Nossos relógios pararam e os céus também
Eternizando o amor que ali se encontra presente.

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