domingo, 6 de julho de 2008


Desculpe amor

Atroz amor que me revoga a ti
Ciciando palavras doces em meus ouvidos
Fazendo-me perder todos sentidos
Lembrando-me os beijos que ganhei de ti

Oh meu amor, oh minha perdição
Te espero, te aguardo
E um lugar para ti eu guardo
Em meu coração

Nostalgia eterna que me faz lembrar
Trazendo-me prantos à face
Fazendo-me viver nesse enlace
Apesar disso continuo a te amar

Senhor dos senhores
Como levas meu amor desse jeito?
Poderia ser mais um dia perfeito
Mas transformastes em dores

Nada pude fazer em sua partida
Desculpe minha amada
Minh’alma se sente culpada
Por perder a ti, minha querida.”

Um comentário:

Edith Ester disse...

Gostei. ;)
Ah esse pode ver; só que a maioria dos poemas que eu escrevo é bem versos livres assim.

Corpos estranhos da mesma matéria
É esse mundo
ciclíco, redondo, complexo
Da mesma matéria
O que me prende aqui é:
A distância que as vezes
Eu quebro, construo e descontruo
Eu adoro este lugar
Para qual as vezes me desprendo
Nessas horas encontro você
Tão simples, tão perfeito mundo meu!
É tudo sonho
Meus amores, meus desejos e temores
Que daqui analiso.
Livres aqui, presos lá
Presos lá
As vezes acho a chave certa
Chego lá
Onde eu quero!