domingo, 10 de junho de 2007
















Minhas lágrimas não mais conseguem demonstrar minha emoção
Meus socos não conseguem anestesiar a dor de meu coração
Meus olhos se cegam ao ver o sangue derramado por mim mesmo nas paredes danficadas de minhas ilusões
Minha mente fica inerte diante os palpitares loucos de uma alma em profunda descida pelo vale da loucura
O que resta senão a dor que não pode ser mostrada, vista, sentida ou imaginada, encrustada em meu peito ela cria vida e se rebela contra seu próprio criador
Infame tarja que hoje descansa meu túmulo sinistro impedindo-me de ver qualquer coisa senão a escuridão que cobre o mundo dos inúteis mortais que nele habitam, e que hoje cobre também meus olhos me carregando de volta para a dor de minha ilusão

Um comentário:

Nay disse...

seu... seu.. emo!
desculpa.. mas.. não resisti..
palavras tristes e sobre auto flagelação?
emo! =D