
No breu da noite
À luz da lua
Navegando sem direção
Pelo Mar em fúria
No silêncio da noite
A calma do mar
O ensurdecedor canhão
O fogo sem cessar
Na escuridão da noite
Os fleches da pólvora
Fonte da explosão
Distantes como a aurora
Na calmaria da noite
O tambor silencia
O sangue escorre pelo chão
Do convéz que ali existia.
2 comentários:
gostei mais da imagem do que dos versos...+ fico fmz!
tá ficando lega esste teu blog play!
abraço!
tem uma parte confusa
como o sangue escorre pelo convéz q nao existe mais?
bom.. acho q é falta de imaginaçao e compreensão de metáforas (etc etc) da minha parte
hauahuahauahuahahua
lendo.. veio aquele filme na cabeça.. sabe.. piratas .. huhuhu..
*=
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