quinta-feira, 28 de junho de 2007

















No breu da noite
À luz da lua
Navegando sem direção
Pelo Mar em fúria

No silêncio da noite
A calma do mar
O ensurdecedor canhão
O fogo sem cessar

Na escuridão da noite
Os fleches da pólvora
Fonte da explosão
Distantes como a aurora

Na calmaria da noite
O tambor silencia
O sangue escorre pelo chão
Do convéz que ali existia.

2 comentários:

Anônimo disse...

gostei mais da imagem do que dos versos...+ fico fmz!
tá ficando lega esste teu blog play!
abraço!

Nay disse...

tem uma parte confusa
como o sangue escorre pelo convéz q nao existe mais?

bom.. acho q é falta de imaginaçao e compreensão de metáforas (etc etc) da minha parte
hauahuahauahuahahua

lendo.. veio aquele filme na cabeça.. sabe.. piratas .. huhuhu..
*=